não consigo enxergar o absurdo em demonstrar apego, em escovar os dentes e até em namorar só uma pessoa. é fato que essas coisas aconteceram nas décadas passadas, mas como só vivi elas na memória alheia, agora tudo parece potencializado, generalizado e misturado, onde antes só existiam pólos distintos. muitos, aliás
muita gente me chama de moralista ou conservador, mas como qualquer pessoa que se deixe existir, sempre estou me modificando - quando volutariamente seria 'me piorando' - pra me adaptar ou ser adaptado ou nenhum dos três.
acho que a individualidade pesa um pouco nessa mistureba de ressentimento que tenho pela gente que me rodeia e que não entendo

longe disso, descobri uma das intersecções entre realidade e ficção: meu cão - é, catei um cão na rua. ainda tenho medo de cachorros, mas esse não me assusta, nem latir ele late - cava buracos pra esconder ossos e depois esquece. achei que isso só acontecia em desenho animado.
Um comentário:
e que se foda o frame
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