we don't need no water let the motherfucker burn



nem todos estão preparados pra dar valor pro que sentem, quanto mais praquelas coisas que acontecem com si. daí derivam várias merdas - trabalho, no pior sentido da palavra, se torna prioridade, aquilo que antes te fazia alegre, aquilo que te botava pra pensar e pra fazer, dá lugar pras coisas que não te permitem sair do lugar, aquelas que alguns chamam de vício e outros chamam de diversão

isso me faz pensar numa metáfora que só parece interessante pra mim: a internet como nos resulta usá-la, por exemplo, é combustível pra queima da criatividade. e criação queimada é criação queimada, nem vai pro ar porque o carbono não permite

quando uma oportunidade de criar, de se cuidar menos superficialmente aparece é até estranho confiar. não é a toa que essas coisas são deixadas de lado... é mais confortável valorizar o eu do que todo o resto que passa por aqui. e quando isso é discutido, parece bobeira mesmo. tanto que é difícil escrever, falar sobre isso e até demonstrar pra alguém

já tentou demonstrar como se importa com alguém, sem sensacionalizar, sem beirar o maria do bairrismo? se já, como o alguém reagiu?

enfim, acho que não consegui começar nem terminar o post. mas o meio tá aí em cima, olha só!

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